Minha avó

01/05/2014 11:38
 
 
Cega de um olho, não se abateu,
 
Simples na vida, não esmoreceu,
 
Só depois de tempos vi, os livros que leu,
 
A cultura que tinha, e não escreveu,
 
Da filosofia de vida, que transpareceu,
 
Na vida do neto e afilhado, que sou eu!
 
 
 
Era rígida comigo: não entendi.
 
Foi doce nas vezes que sofri,
 
Exigiu sacrifícios de que padeci,
 
Mas o que existia nela e não vi:
 
É que era a forma de vencer as coisas, que não vi.
 
Essa era a minha madrinha que um dia perdi,
 
Seu nome era Jenny!
 

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Escritor Tito Laraya

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